Vírus mor...

Um beijo... E às vezes chora...
Nenhum sorriso me alcança.
Cantar e viver de lembrança.
Meu sangue corre e devora...

Perfeito em palavra e em trança.
No íntimo um maldito porre agora,
Comum ao preconceito afora :
Aos filhos da cruél matança

Respeita e apenas implora.
O leito caracteriza a herança.
E o olhar definha e explora...

Vírus...Um soneto de criança...
E a tristeza do poeta revigora.
E a morte lentamente avança.

GREDILHA, marcio

Poeta de rua

2 Comments:

  1. Monika Baumann said...
    Vim desejar um Feliz Natal pra ti e os seus e um 2.009 cheio de muita paz, sucesso, saúde e realizações.
    Bjuuu!
    A poetinha said...
    Feliz 2009, com muita poesia, muita tranquilidade e amor para você e os seus.

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