Vírus mor...

Um beijo... E às vezes chora...
Nenhum sorriso me alcança.
Cantar e viver de lembrança.
Meu sangue corre e devora...

Perfeito em palavra e em trança.
No íntimo um maldito porre agora,
Comum ao preconceito afora :
Aos filhos da cruél matança

Respeita e apenas implora.
O leito caracteriza a herança.
E o olhar definha e explora...

Vírus...Um soneto de criança...
E a tristeza do poeta revigora.
E a morte lentamente avança.

GREDILHA, marcio

Poeta de rua


 

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