Eu sou parte de um todo e ao mesmo tempo nada,
Sou a parte mais inorgânica do escalamo...
Sou frio em todo parte feito um ramo.
Às vezes, me apego colorindo o luar, que brada!

Deve ser a cachaça que alimenta o pomo,
Do meu ego paradoxal com rude enfada,
Onde cada estrela e verme sucumbe por nada...
Nas tolices que me elevam à lagrima do engano!

Posso recostar a cabeça, mas não durmo,
Porque se não, para às alicias verdes de teus olhos, rumo...
E acabo morrendo só... Sob as árvores de um vilipêndio.

Mas na benção de teu beijo mais sonhado,
E na ânsia do meu desejo imaculado,
Guardo eterna tristeza em meu silêncio.

(Marcio Grdilha)

Dedico a uma pessoa mais que especial...

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