Último soneto

A temática se prolonga na queimada.
Dentro a reminiscência de um suspeito
Tão sozinho e tão perfeito
Que já nasceu carbonizada...

No silêncio dos ossos na estrada
E na filosofia infernal do leito.
Quando escapar do elemento feito
Minha gadaria da pousada!

Libertar da analogia da ciência
Na romântica veste perfumada
Pisada por um sonho... Eu prometo!

Caçoar da análise e coerência
Da palavra amor encontrada
E Deixar morrer o último soneto.



GREDILHA,marcio.

2 Comments:

  1. Anônimo said...
    Que belo, a discordância do que já é existente e pressuposto é sempre bem vinda!

    Beijos querido Márcio^^
    nuvem said...
    Muito bom.

    Beijo

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